O preconceito e a intolerância entre adolescentes tem chegado a situações preocupantes. Tome-se por exemplo um fato ocorrido em uma escola na região de Ribeirão Preto, em que um jovem foi agredido verbal e fisicamente pelo simples fato de ser gago.
É comum casos como esse ocorrer nas escolas, visto que crianças e adolescentes muitas vezes não aceitam as diferenças, dificultando a socialização.
Pior do que a falta de socialização, ou seja de uma convivência pacífica e harmoniosa, é a violência e a falta de ética que predominam nesses ambientes.
Tais agressões iniciam-se em forma de apelidos e gozações, constrangendo o agredido.Muitas vezes, os gestores e professores não tomam conhecimento do fato. Muitos agredidos inclusive, preferem omitir os fatos até mesmo da família, por vergonha, medo ou constrangimento. Isso pode gerar problemas emocionais e psicológicos que o acompanharão até a vida adulta.
É necessário que a escola posicione-se diante desses acontecimentos, observando os comportamentos e promovendo o diálogo e o debate consciente, para que todos reflitam e coloquem-se na posição de agredido. Palestras também podem ser um meio eficaz para desencadear a discussão e a reflexão.
Drao, Iza e Lu
meninas, parabéns, o blog de vocês está nota 10! Continuem postando as tarefas do curso e tudo que desejarem sobre a Língua Portuguesa. Bjs, Tamar.
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